ENTREVISTA A REVISTA EVIDÊNCIA GRAVATAÍ- Falando um pouquinho de mim e do meu trabalho!

Desde quando tu és fotógrafa? Quando iniciou tua carreira?
Meu primeiro contato com a fotografia foi na faculdade há seis anos, sou formada em Artes plásticas com ênfase em fotografia pela UFRGS. Sempre gostei muito de desenhar e esculpir, tanto que minha ênfase no começo do curso era escultura, mas quando fiz a primeira cadeira de fotografia foi amor a primeira vista. Comecei a fotografar meus amigos como temática da cadeira de foto II, essas experimentações acabaram repercutindo positivamente e cada vez mais as pessoas me pediam para fotografá-las. Resolvi transformar esses experimentos em trabalho profissional. Além da faculdade, fiz cursos de fotografia em estúdio e externas, maquiagem e photoshop. Tive algumas experiências em lojas de fotografia onde trabalhei como fotógrafa e editora. Hoje faz dois anos que trabalho como autônoma fazendo fotos publicitárias, books e eventos. Este ano estou com projeto de abrir uma agencia de modelos em Gravataí, em breve teremos mais novidades.
Como poderias descrever o teu trabalho dentro e fora do atelier?
Tento transmitir através do meu olhar sempre o melhor, valorizando qualidades, trazendo pra fotografia não só uma bela imagem, mas principalmente um sentimento. Considero meu trabalho “clean”; utilizo iluminação diferenciada e planos de fundo neutros com intuito de enfatizar a pessoa ou objeto a ser fotografado. Sou muito detalhista e recorro aos recursos do programa photoshop a fim de obter o máximo de qualidade e perfeição em todos os aspectos da imagem, sendo esse um grande diferencial do meu trabalho. Deixar o ambiente descontraído onde a pessoa se sinta a vontade ao se expor em frente à câmera é fundamental. O local discreto e acolhedor também faz com que o modelo consiga expressar-se com mais facilidade. Tratar o cliente com carinho e respeito, fazendo com que ele se sinta especial, é um dos princípios para que se consiga atingir o objetivo principal: deixá-lo satisfeito com o resultado final do meu trabalho e tornar-se além de cliente, um amigo.
Qual é o teu elo de ligação com Gravataí?
Existem vários elos que me ligam a Gravataí, o principal é minha família, meus pais, Carlos Abreu (64) e Sônia Abreu (63) sempre apoiaram minhas escolhas, base fundamental para que eu conseguisse sozinha me colocar no mercado de trabalho. A eles eu tenho muito a agradecer! Tenho parentes, grandes amigos e muitas pessoas queridas vivendo nesta cidade que também me dão motivos de sobra para que eu fixe meu atelier aqui. O fato de Gravataí estar crescendo e ampliando seu mercado também é um estimulo para me estabilizar na cidade sendo uma boa hora de expor a qualidade e o diferencial do meu trabalho, ampliando o leque de opções para um público de bom gosto que dá valor aos trabalhos mais artísticos.
Tem muito mais pra falar né, mas já é um resuminho interessante! hehehe!
Beijos!

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